Laranjas de Portugal, séculos de cultivo e consumo

Anabela Ramos

15.70

Laranjas de Portugal, séculos de cultivo e consumo descreve a História da laranja — o fruto de ouro — no nosso país, desde a Idade Média ao século XXI.
Como se lê na Introdução, o estudo da autora cruza “livros de cozinha, livros médicos, farmacopeias, relatos corográficos, tratados agrícolas e outra documentação avulsa, em especial ligada ao mundo agrícola dos mosteiros”. Através destes documentos, Anabela Ramos reconstrói a evolução da presença do fruto e da flor na culinária, na medicina, no cultivo e no comércio, sem esquecer a presença da árvore nos pomares e nos jardins. O leitor não voltará a olhar para as quotidianas laranjas da mesma maneira.
O livro Laranjas de Portugal reserva ainda a surpresa de deliciar o olfacto dos leitores que o abrirem com o aroma a laranja, que foi aplicado no interior do papel da capa.

Prefácio de Dulce Freire
Ilustrações de Ana Hoo
ISBN: 9789899971486
Ano de edição: 2022
136 páginas | capa mole | aroma a laranja

Anabela Ramos é natural de Mangualde e vive há mais de vinte anos em Braga. É licenciada em História, Mestre em História Moderna pela Universidade de Coimbra e pós-graduada em Ciências Documentais, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Trabalhou no Arquivo Distrital de Viseu e presentemente exerce funções na Direcção Regional de Cultura do Norte. É ainda membro do projecto ReSEED, da Universidade de Coimbra. Paralelamente, e no âmbito da sua actividade profissional, tem realizado vários trabalhos de investigação histórica, centrando-se no campo da história social da época moderna, de que se destacam os seguintes títulos publicados: Violência e justiça em terras do Montemuro (1708-1820) (1998); Casas solarengas do concelho de Mangualde (2009); Alimentar o corpo e saciar a alma: ritmos alimentares dos monges de Tibães, séc. XVII (2013); O cidrão: na história, no campo e na mesa (2014); Viúvas de Braga e outros doces do Convento dos Remédios (2019); Receitas e Remédios de Francisco Borges Henriques: inícios do século XVIII (2020).

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